Teles se antecipam à UIT e dizem que custo médio do minuto é de R$ 0,16

24/11/2015

Para se anteciparem à pesquisa anual da União das Telecomunicações -- que costuma apontar para o Brasil como país com as tarifas mais caras da telefonia móvel - as operadoras brasileiras voltaram a apresentar um levantamento em que afirmam o contrário: os brasileiros pagam pouco para falar ao celular.

"A UIT deve divulgar em 30 de novembro que o preço do Brasil está lá nas alturas. Espero que seja o último ano que isso vai acontecer, porque fizemos um trabalho, que repetimos agora, e atuamos com UIT e Anatel sobre isso", disse o presidentedo sindicato nacional das operadoras, Sinditelebrasil, Eduardo Levy.

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Operadoras radicalizam contra impostos e farão ranking de municípios inimigos

24/11/2015

Se existe um tema que sempre uniu as operadoras de telecomunicações no Brasil foi a carga tributária imposta ao setor, que leva mais de 40% dos ganhos do setor para "o sócio que não compartilha do risco". Mas segundo o SindiTelebrasil, a guerrilha anti- impostos ficará mais intensa e terá até um ranking dos municípios "amigos" e "inimigos" das telecomunicações.

"É retranca total contra qualquer aumento de tributo. Não estamos nem chegando a meio termo com ninguém, não estamos admitindo que tenha aumento de impostos. Radicalizamos", afirma o presidente do Sinditelebrasil, Eduardo Levy.

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Novos impostos em telecom podem gerar mais R$ 8 bi aos governos em 2016

24/11/2015

O governo pensa em aplicar o reajuste de 189% do Fistel, que ficou congelado este ano, em 2016. Além disso, há aumento da Condecine; do PIS-Cofins; do ICMS e reoneração do smartphone O SindiTeleBrasil faz novas projeções da carga tributária sobre os serviços de telecomunicações para o próximo ano, e elas não são nada animadoras. Conforme a entidade, quecongrega as grandes operadoras detelecomunicações, no próximo ano, os governos Federal e estaduais deverão recolher mais R$ 8,4 bilhões em seus cofres com o reajuste do ICMS, aumento da contribuição da Condecine, mudança do PIS-Cofin, reoneração dos smartphones e aumento da taxa do Fistel.

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Teles ameaçam recorrer à Justiça contra aumento na Condecine

24/11/2015

O SindiTelebrasil, sindicato patronal que representa as operadoras de telecomunicações, estima em cerca deR$ 200 milhões as despesas adicionais que as teles terão que desembolsar anualmente para cobrir o aumento de 28% promovido pelo governo no valor da Condecine este ano. Segundo Eduardo Levy, presidente executivo do sindicato, a tendência é que as empresas busquem na Justiça impedir esse aumento, já que ele foi muito acima da inflação. Levy diz que o SindiTelebrasil não está planejando, por enquanto, uma medida judicial contra o recolhimento em si da Condecine por parte das empresas de telecomunicações, como fazem hoje as teles contra a Contribuição para Radiodifusão Pública, que financiaria a EBC.

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Reajuste de tributos em 2016 preocupa teles

24/11/2015

O SindiTelebrasil, que representa as empresas de telecomunicações, prevê um ano especialmente desafiados em 2016, especialmente a se confirmarem as previsões de aumentos de tributos que estão se desenhando. "Procuramos manter em 2015 uma posição de retranca total em relação ao aumento de tributos. Negociação zero. Mas a pressão está aumentando&# 034;, diz Eduardo Levy, presidente do sindicato das teles. A principal batalha foi para conter umeventual reajustedo Fistel, cuja alíquota foirediscutida internamente pelo governo, que pretendia reajustá-la em 189%.

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Para SindiTelebrasil, discurso pró-investimento do governo "é música&#034

24/11/2015

O SindiTelebrasil, sindicato que representa as operadoras de telecomunicações,comemorouo tom adotado pelos ministros André Figueiredo, das Comunicações, e Nelson Barbosa, do Planejamento, durante o anúncio da consulta pública destinada a colher subsídios à elaboração de um novo modelo. "O que nós ouvimos é muito perto do que vínhamos falando desde o começo do ano para os ministros das Comunicações, Fazenda e Planejamento. Temos muita fé em relação ao mote de destravar os investimentos. Isso, para nós, é música", disse Eduardo Levy, presidente executivo do sindicato. Para o diretor do Sindi, Carlos Duprat, o discurso do governo traz mais confiança para os investimentos.

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O pior caminho

20/11/2015

A maior parte do ajuste fiscal tentado pelo governo até agora se deu via elevação de tributos - uma saída que tira competitividade das empresas e penaliza os mais pobres.

O país foi surpreendido na segunda-feira dia 9 de novembro, quando caminhoneiros começaram a bloquear estradas em 14 estados. Nos protestos, mantidos ao longo de dias, eles queimaram pneus, provocaram engarrafamentos, dificultaram o abastecimento das cidades e causaram prejuízos para setores como os de leite e de carnes.

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63% do tempo on-line do brasileiro é gasto em dispositivos móveis

17/11/2015

Em setembro, os brasileiros passaram 63% do seu tempo on-line acessando apps e sites móveis, e 37% navegando em desktops. Dentro do tempo em mobilidade, 89% aconteceu em apps e 11% em sites móveis. Foram 185 milhões de minutos em apps, 23 milhões de minutos em sites móveis e 122 milhões de minutos em desktops. Os números fazem parte de um relatório da comScore sobre uso de Internet pelo brasileiro.

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Internet e celulares no campo facilitam comunicação e produtividade

15/11/2015

Produtores rurais investem para melhorar a comunicação com os funcionários, agilizar os trabalhos e encurtar distâncias. O dia começa bem cedo para Leonardo Antônio Knychala. Antes das seis da manhã ele já está trabalhando na fazenda da família em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. E vai até tarde. “Tem dia que escurece e a gente ainda está trabalhando”, diz ele.

Interromper tudo e ir ao banco, por exemplo, costumava ser um problema. Hoje ele resiolve tudo o que pode usando um smartphone. “Com a Internet, nós acessamos o site do banco, vemos o extrato, o saldo, se tem algum boleto ou conta de energia para pagar.

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Sem água encanada, mas ligados no celular

14/11/2015

 Maior acesso da população a bens de consumo não se refletiu na oferta de serviços básicos.

A agricultora Lucimar Alves, de 57 anos, vive no povoado 28 de Agosto, zona rural de Teresina, há dez anos. Nunca teve água encanada. O marido, Antônio Teixeira, gasta R$ 350 todos os meses para buscar, em uma carroçapuxada por jumento,água deumchafariz distante dois quilômetros de onde moram. Mais fácil e barato é falar com o filho que vive em São Paulo, já que o casal tem celular pré-pago e o gasto mensal com créditos não passa de R$ 65.

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